Entrevista para o blog da rede Dr Consulta


No mês da  mulher a Dra. Carolina concedeu uma entrevista ao blog da rede Dr Consulta, sobre os exames de rotina ginecológica, quando e com que frequência devem ser solicitados.

Uma matéria muito bacana que vale a pena conferir e compartilhar

Conheça os exames que todas as mulheres devem fazer

Conheça os exames que todas as mulheres devem fazer

A saúde feminina precisa de acompanhamento constante durante praticamente todas as fases da vida, mas você sabe quais são os cuidados necessários em cada fase?

A primeira questão à ser respondida é quando a menina/ mulher deve começar a passar em consulta.

O ideal é começar a passar no ginecologista, desde a infância, quando começam a aparecer os primeiros sinais da puberdade.

E a partir daí deverá ser acompanhada pelo ginecologista até a idade avançada, já que a perspectiva de vida da mulher brasileira tem aumentado nos últimos anos.

A partir do momento que a menina/mulher passa a ter vida sexual ativa a mesma deverá realizar sua rotina ginecológica anualmente. Porém devemos ressaltar que mesmo a paciente virgem ou que está sem parceiro sexual, ou em relacionamento homoafetivo deverá também passar uma vez ao ano no ginecologista.

Vale lembrar que o ginecologista é o clínico da mulher e na maioria das vezes é ele quem vai fazer o diagnóstico de várias doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial , dislipidemia (colesterol alto), etc.

Isto posto, durante a consulta o médico fará um histórico da vida da mulher e vai perguntar sobre diversas doenças, se já fez alguma cirurgia, etc.

Após a realização da anamnese (história da vida da paciente), será realizada o exame físico:

– Exame clínico da mama: inspeção e palpação

– Exame clínico do abdome: inspeção e palpação

– Inspeção dos órgãos genitais externos : médico olha a vulva e procura alguma lesão.

– Exame especular: médico olha vagina e colo de útero

– Toque vaginal: exame para sentir o tamanho do útero e ovários e procurar alguma anormalidade.

Preparamos uma tabela para você entender melhor quais são os exames necessários para cuidar da saúde da mulher e em que momentos da vida você deve realizá-lo:




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Orientações super importantes de como prevenir a picada de inseto e evitar a

Dengue, Zica e Chicongunya.


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SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS



A SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS (PCOS) é a endocrinopatia mais freqüente na mulher em idade reprodutiva. Segundo os critérios de Rotterdam, para o diagnóstico é necessário 2  de 3 critérios: 

- Irregularidade menstrual (oligomenorréia  e/ou anovulação) 

- Sinais clínicos e/ou bioquímicos de hiperandrogenismo (aumento dos hormônios masculinos)

- Presença de ovários policísticos no exame de ultrassom



A etiologia da SOP ainda é incerta, porém está clara a interação de fatores genéticos com influências ambientais.


As principais queixas são: falta de menstruação ou irregularidade menstrual e infertilidade. Podem aparecer sinais de hirsutismo (aumento de pelos), acne e até alopecia ( queda de cabelo).

Há também o risco de desenvolver apnéia do sono.


Tratamento:

Vai desde a depilação para o excesso de pelos, até o uso de medicação que melhora a oleosidade da pele e ajuda a regularizar os ciclos menstruais.


Não fique com dúvidas....converse sempre com seu ginecologista.

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ENTREVISTA À REVISTA "VIVA SAÚDE"


Recentemente, a Dra. Carolina concedeu uma entrevista à revista Viva Saúde, número 154, sobre com os filhos a primeira consulta ao ginecologista, falar sobre vida sexual, métodos contraceptivos, prevenção de DST's.

Uma matéria muito bacana que vale a pena conferir e compartilhar.


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SÍNDROME DAS PERNAS INQUIETAS

Você já ouviu falar em Síndrome das Pernas Inquietas? Assista ao vídeo super divertido abaixo e conheça um pouco sobre este transtorno do sono!




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​O que é câncer do colo do útero?


É um tumor que se desenvolve a partir de alterações no colo do útero, que se localiza no fundo da vagina. São lesões totalmente curáveis na maioria das vezes e, se não tratadas, podem, após muitos anos, se transformar em câncer.


Sintomas:

Câncer em estágio inicial não apresentam sinais ou sintomas.

  Em doença avançada podem aparecer sangramento vaginal, corrimento e dor, nem sempre nessa ordem. Nesses casos, a orientação é sempre procurar um médico.


Como prevenir?

Prevenção é feita através do papanicolaou. A recomendação atual é que ela comece aos 25 anos. A coleta de material para o exame inclui amostras de células da região externa e interna do colo do útero. A eficácia do exame depende da observação de certos cuidados. A mulher deve evitar manter relações sexuais, usar duchas, medicamentos vaginais nos dois dias anteriores ao exame.


Qual a frequência do exame?

Um por ano, nos dois primeiros anos.

Se ambos os resultados forem negativos para  neoplasia, o exame pode ser feito a cada dois anos.

Deve ser feito por toda mulher sexualmente ativa, ou que já manteve relações sexuais, depois dos 25 anos.


  A presença de distúrbios como menstruação muito longa, sangramentos vaginais no meio do ciclo ou depois de relações sexuais pode exigir a freqüência maior do exame, a critério medico. Dor e sangramento durante a relação sexual são os principais sintomas, quando o tumor já está em estágio invasivo de desenvolvimento.

 

O que significa "HPV"?

É a sigla em inglês para papilomavírus humano.      Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.


Qual é a relação entre HPV e câncer?

A infecção pelo HPV é muito freqüente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.



Quais são os tipos de HPV que podem causar câncer?

Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras.


Dentre os HPV de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero.



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